18 de março de 2015

Crânio nº 2 pela Universo Editora.

Saiu pelo selo Universo o segundo número do Crânio, o super-herói brazuca criado por Francinildo Sena. Na capa, vemos o Crânio ao lado do Bispo, criação de Rodrigo Fernandes, e ambos aparecem juntos numa das três aventuras presentes neste número.
‘Noite Sem Lua’, escrita por Francinildo Sena & Alcivan ‘Corcel Negro’ Gameleira e ilustrada por Paulo Sbragi e Rodrigo Fernandes (os responsáveis pela bonita capa desta edição).
Na HQ, Crânio e Bispo enfrentam uma quadrilha de traficantes. As outras HQs presentes neste segundo número também são do balacobaco: ‘Atos e Ações’, escrita por Francinildo em parceria com Mark Novoselic e ilustrada por este último, mostra o Crânio enfrentando um poderoso mutante – mais uma chance de matar a saudade do saudoso artista carioca Novoselic, falecido precocemente.
E finalmente em ‘Atitude Desastrosa’, Crânio é atacado por forças policiais aéreas durante um jogo de futebol.
Que maravilha ver o ótimo Crânio de volta numa com regularidade em publicação impressa, e ainda com a boa qualidade gráfica da Editora Universo.
Contato em universoeditoraindependente@gmail.com ou no email do Francinildo, fscranio20@yahoo.com.br

Resenha por José Salles

11 de março de 2015

Entrevista com Juliano Rocha autor do Resistente!

Mercado de hqs brasileiras aquecido, muitos grupos surgindo com novos e maravilhosos trabalhos e como numa cadeia de eventos interligados vemos cada vez mais surgirem em sequência, trabalhos que nos maravilham, um destes casos é o Resistente, personagem do roteirista e ilustrador Juliano Rocha. 

Juliano lançou no formato digital duas aventuras para apresentar o personagem ao publico que chamaram bastante atenção na internet e agora prepara-se para lançar o personagem em formato albúm assim que seu projeto no site Catarse for aprovado.
Vamos conhecer um pouco mais deste talentoso artista! 

Fale um pouco de como se envolveu com quadrinhos e sua predileção pelo estilo super heróis?
Juliano -  Acho que foi por causa do desenho. Sempre desenhei, e vi nos quadrinhos uma forma de usar essa linguagem. Lembro que quando garoto, não tinha grana para comprar quadrinhos, então resolvi fazer as minhas próprias HQ's. Os super heróis eu conheci por causa dos desenhos animados dos anos 80 e consequentemente veio os quadrinhos.

Fale um pouco de suas criações até o momento!
Juliano -  Em 1995 eu criei o personagem Capitão Brasil e até 2001 publiquei suas tiras em alguns jornais. Em 2003 lancei sua primeira revista. Fiquei sem desenhar até 2010 quando retomei as tiras do Capitão Brasil e em 2012 publiquei mais uma revista deste personagem. E em 2012 também, criei o Resistente, publiquei a primeira edição em 2013 e a segunda edição em 2014.


Seu personagem Resistente é bem no estilo dos super heróis clássicos da era de ouro! Fale sobre ele!
Juliano -  Eu sempre gostei de personagens com uniformes mais limpos, clean, como o Demolidor por exemplo. Quando criei o Resistente não pensei muito nos heróis clássicos, meu desejo era criar um personagem fácil de desenhar mas que ao mesmo tempo tivesse um visual marcante. Acredito que tenha criado para o Resistente um universo bem vasto que ainda renderá muitas histórias.

Como é para você desenvolver algo no Brasil neste estilo?
Juliano - Eu acho demais, sempre imaginei o Super Homem voando por São Paulo ou o Batman andando pelas ruas do Rio de Janeiro. Acho que é tudo uma questão cultural, de abrir a mente.


Apesar de algum preconceito isolado em alguns grupos da internet, os quadrinhos de super heróis brasileiros tem ganhado cada vez mais autores e publico, como vê isso?
Juliano - Como disse acima, na minha opinião a questão é cultural, o tal complexo de vira-lata. É uma mania maluca que as pessoas possuem de criticar por criticar, sem nenhum embasamento. É um mal humor danado. "Que desenho ruim!" Esse personagem é uma cópia!" Aí você vai pesquisar e essas pessoas não fazem nada, não produzem, só criticam.
Acredito que só a produção contínua deste gênero irá conquistar seu espaço e acabar um pouco com esse preconceito.

Qual o diferencial que você vê nos super heróis criados aqui?
Juliano - Não vejo muita diferença, acho que o gênero super herói é parecido em todos os lugares. Eu não me preocupo em criar algo tipicamente brasileiro, acho apenas que é necessário ambientar o herói nas condições sociais e territoriais do Brasil, criar uma boa história e completar com bons desenhos.

Além do estilo Super-Heróis quais outros estilos gosta e produziu algo?
Juliano - No estilo humor como dito acima sobre o Capitão Brasil.

Fale um pouco de seu processo de trabalho.
Juliano - Eu faço o roteiro em um caderno já desenhando as cenas, depois desenho tudo a lápis é a parte mais prazerosa do processo, rabiscar o papel. Depois digitalizo e arte-finalizo no computador usando uma Bamboo e o software Manga Studio. Após a arte final, levo as páginas para o Photoshop onde aplico as cores e os textos. Uma página completa leva em média 3 dias para ficar pronta.

Quais os artistas que mais te influenciam?
Juliano - Muitos... rsrs vou citar alguns, David Mazzucchelli, George Pérez, Alan Davis e Walter Simonson. Aqui do Brasil, Ivan Reis, Laerte e Angeli.

E no momento quais seus projetos e em que esta trabalhando?
Juliano - Na revista Resistente - volume 1, que está com a campanha no Catarse para viabilizar a impressão. Será publicada na revista as duas primeiras edições, uma pequena história inédita e algumas artes de artistas convidados.
A revista terá formato americano (170mm x 260mm), 56 páginas em papel Couché Fosco 90 gramas e capa em papel Supremo 250 gramas tudo com impressão colorida.
Esse é o link do projeto www.catarse.me/pt/resistente.

Qual sua opinião sobre os quadrinhos no formato digital?
Juliano - Acho que é de grande ajuda para iniciar uma publicação e promover um personagem.
Mas na minha opinião, ler quadrinhos em formato digital ainda é desconfortável. O prazer em manusear e sentir o cheiro do papel não tem preço.

Agradecemos a Juliano pela entrevista e desejamos sorte em suas produções!
Para apoiar o lançamento do 1º albúm do Resistente clique AQUI! 


Guerra Cósmica dos Super Heróis Brasileiros!

Guerra Cósmica dos Super Heróis Brasileiros é um projeto de uma aventura cósmica nos moldes das clássicas aventuras de super heróis envolvendo muitos dos personagens criados no Brasil, tudo isso captaneados pelo talento dos veteranos Lancelott e Marcos Gratão o que garante aventuras cheias de ação, aventura de diversão! 




No vídeo abaixo os autores falam um pouco do mega-projeto!


Abaixo voce confere inteiramente de graça as duas primeiras revistas ( clique na capa de ambas!)





por 


Sombras, trabalho seminal de Julio Shimamoto é relançado!

As editoras independentes Atomic (de Marcos Freitas e Giovanni Machado) e Quadrante Sul Comics (de Denílson Reis e Alex Doeppre) relançam um valoroso trabalho de um grande mestre dos Quadrinhos brasileiros: Sombras, de Julio Shimamoto!



Lançado originalmente pela saudosa Opera Graphica Editora entre os anos de 1998/99, ganha agora uma edição caprichada, com apuro gráfico (30cm x 21 cm, capa cartonado em couchê colorida) e 24 páginas a mais do que a edição original, constando no total 62 páginas de miolo em preto & branco e tons de cinza – páginas carregadas de sombras, do contraste claro-escuro, abordando diversos e variados temas (cotidiano, histórico, folclórico) sob ótica sombria, apavorante, violenta, tenebrosa, tudo isso no traço & estilo muito peculiares de Julio Shimamoto.
Como muito bem dito no editorial, pelo professor Denílson: “onde o mestre Shima coloca as mãos, uma obra-prima é criada”.
Ao apreciarem este álbum, os leitores mais novos logo irão entender porque Shimamoto é considerado um mestre do terror da HQ brasileira.
www.atomiceditora.comercesuite.com.br ou
www.quadrantesul.blogspot.com.br

9 de março de 2015

Resistente um projeto imperdível de HQ no Catarse!


O Catarse tem sido palco de lançamento de muitos projetos primorosos em termos de hq´s e não fugindo à conjunção talento+oportunidade eis que o roteirista/ilustrador Juliano Rocha lança o projeto do lançamento da revista de seu personagem Resistente!



O Resistente é um personagem criado em 2012 pelo designer e quadrinista Juliano Rocha.

Quando jovem Eduardo Oliveira foi diagnosticado com uma doença incurável e autogenerativa, vendo seu filho desenganado pelos médicos e com a vida que lhe restava completamente comprometida pela doença seu pai um cientista competente e famoso no tratamento com células-tronco aplica em Eduardo o maior e mais revolucionário tratamento com células-tronco já realizado no mundo.


 

Porém um acidente fez com que as células-tronco ficassem expostas por um pequeno período a radiação.

O tratamento foi um sucesso, e após 1 ano em coma induzido, Eduardo acorda completamente curado e com habilidades sobre-humanas.
Resistente, é capaz de levantar 6 toneladas, correr a uma velocidade de aproximadamente 100 km/h e seus ferimentos e contusões cicatrizam 10 vezes mais rápido que um humano normal.

As aventuras criadas por Juliano trazem o que de melhor as clássicas aventuras de super heróis possuem ação, aventura e emoção unidas à seu traço limpo divertido e muito bonito!

Apoiando este projeto voce tem direito às diversas surpresas conforme o valor de sua contribuição, com certeza um trabalho que merece lugar em qualquer coleção de quem goste de quadrinhos bem escritos e belamente ilustrados! Para ver e apoiar o projeto no Catarse clique AQUI!

Confira Juliano Rocha falando sobre o projeto!

8 de março de 2015

Lancelott Martins, qualidade em quadrinhos digitais!

Existem caras que por sua força e produtividade, entusiasmo naquilo que fazem com qualidade e amor ao ofício, ganham nosso respeito, é o caso de Lancelott Martins, Editor, Roteirista e Desenhista de quadrinhos de super heróis e hqs nacionais que tem servido de exemplo aos novos talentos por sua
luta e empenho em produzir quadrinhos de qualidade, dar suporte e divulgar o trabalho de outros autores!


Além de seu excelente blog sobre os Super Heróis Brasileiros, o HQQuadrinhos que serve também de uma gigantesca enciclopédia  e catálogo da produção nacional, Lancelott ainda disponibiliza para nós seu selo de quadrinhos digitais que já possui ótimas edições!
Nós aqui do blog dos Super Heróis Brasileiros, prometemos breve uma entrevista com o talentoso Lancelott, enquanto isso leiam e curtam as excelentes Hq´s do selo AQUI!

por Ed Oliver


7 de março de 2015

Entrevista Antonieto Pereira fala de sua arte e sua criação, o Vigia!

Há um fenômeno que aos poucos toma forma e força: o crescimento do numero de produções e publico dos super heróis criados aqui, em tempos que editoras como Marvel e Dc perdem terreno e mercado par forças com a RAJ Comics ( Vendendo mais que ambas as editoras americanas juntas )
este crescimento com certeza se deve ao conteúdo que o artista brasileiro imprime em suas hq´s; ação, emoção, humanismo ou seja a antiga e vitoriosa formula que tanto agrada aos fãs do gênero e que as grandes editoras esqueceram em meio tantas Guerras, Sagas Cósmicas apelativas e reformulações desnecessárias.
Antonieto Pereira é destes novos talentos, fazendo hq´s com competência e entusiasmo ele acaba de lançar o primeiro título próprio de seu herói, o VIGIA, pela Universo Editora e nós fomos espiar um pouco mais de perto o trabalho deste promissor quadrinhista!



Fale um pouco de sua trajetória com quadrinhos e sua predileção pelo estilo super heróis?


Antonieto- O meu primeiro contato com o mundo dos quadrinhos aconteceu quando eu tinha aproximadamente 8 anos de idade, praticamente no período em que eu estava aprendendo a ler.
A minha primeira revista em quadrinhos que tive contato foi o casamento de "Tio Patinhas #2", lançada pela editora Abril. Depois dessa revista foi um pulo para o universo dos super-heróis. 
Por incrível que pareça a edição #1 do Super-Homem lançada pela mesma editora do Tio Patinhas (editora Abril) foi a revista que me levou a se apaixonar pelos super-heróis, depois disso foi um pulo para os desenhos. Aí eu não parei mais. apesar de o gênero super-heróis estar um pouco saturado, eu utilizo para poder contar as histórias, pois os universos deles são fascinantes. 
Antes de criar o "Vigia", eu já desenvolvi vários outros personagens, inclusive a alguns anos atrás,
lancei uma revista mix chamada "Impacto Quadrinhos Potiguares", na qual saiu só apenas 3 números.

Como se deu o processo de criação de seu personagem Vigia, fale um pouco sobre ele.
Antonieto - Bem, o processo de criação do Vigia, se deu após me tornar fã do Demolidor.
Também se deveu a vários assuntos relacionados sobre violência na cidade de São Paulo no qual me veio a ideia de criar um vigilante do crime que ajudasse a diminuir a violência na cidade. 
Após vários estudos em 2001 fiz os primeiros esboços do personagem, e o denominei de o "Sentinela", lançando em fanzine P&B no qual só saiu a edição #1, depois engavetei e dois anos depois resolvi reformulá-lo e passei a chamá-lo de "Vigia" que é um ex-promotor público que ao tentar colocar atrás das grades um dos homens mais ricos da cidade sofre as consequências de mexer com o homem poderoso. Por causa do ato, o ex-promotor sofre um atentado no qual perde a sua esposa grávida de cinco meses. Cinco anos depois o ex-promotor volta como o "vigia" pra se vingar do homem que tirou a vida de quem ele mais amava...a sua esposa.
   

Como é para desenvolver algo no Brasil neste estilo?
Antonieto - Olha, pra falar a verdade, não é tão fácil, mas muitas mudanças vem acontecendo no
universo dos quadrinhos brasileiros, principalmente de uns dez anos atrás pra cá o índice de
produções alternativas vem aumentando, fazendo com que os nosso quadrinhos sejam mais
valorizados. Com o surgimento de várias editoras que lançam terror, albúns e outros gêneros
não podemos deixar de citar a "Universo Editora ", que vêm ajudar o universo dos super-heróis brasileiros a serem mais vistos. acredito que estamos aos poucos criando o nosso espaço, que em breve, possamos ter um mercado seguro e próspero pra todos...
Aqui gostaria de citar também, a "Júpiter2 Editora", criada pelo nobre amigo José Salles com sua ajuda, que ao longo desses dez anos vêm dando a sua contribuição para os quadrinhos nacionais, com lançamentos que variam da ficção à romance, editora para a qual ilustro uma revista chamada "Tiras vs Monstros", criação de José Salles em parceria comigo. Em relação ao gênero super-herói estamos conseguindo aos poucos criarmos o nosso público. agradecendo muito a mídia que aborda assuntos referentes ao universo dos quadrinhos brasileiros e especialmente a blogs como o seu que vem dando um apoio muito grande.

Qual o diferencial para se criar um personagem com características nacionais?

Um diferencial? deixa ver...eu acho que os nossos super-heróis nacionais se diferencia dos americanos só quando são baseados em nossa cultura, criados de acordo com a nossa realidade, apesar de alguns serem baseados nos super-heróis americanos. Mas vejo que aos poucos vamos trabalhando estórias que ajudam os super-heróis brasileiros a se habituarem mais com a nossa cultura; gostaria de dizer àqueles que trabalham os Super-Brazucas que criemos estórias mais envolventes, utilizando costumes e assuntos de nossa realidade, fazendo assim com que os nossos super-heróis sejam mais familiarizados conosco, é só prestarmos atenção, por que as nossas novelas fazem tanto sucesso...são as estórias que envolvem os telespectadores, por que não devemos usar os mesmos métodos em nossos quadrinhos de super-herois, hein?


Qual é seu metodo particular de trabalhar o super herói nacional?
Antonieto - olha, o método que costumo muito usar é colocar o super-herói dentro da nossa realidade, eu costumo sempre de usar o personagem dentro do contesto brasileiro, tento usar cenários de acordo com a história que pego pra ilustrar, seja numa floresta onde faço alguma fauna brasileira ou algum cenário urbano quando o roteiro pede. Eu geralmente gosto muito de fazê-los o mais próximo de nossa realidade, esse é a forma que gosto de usar. 
Veja na edição #1 do Vigia por exemplo, o cenário é a cidade de São Paulo, eu a caracterizo ilustrando o edifício mais representativo da cidade que é aquele prédio em forma "S" ( famoso edifício típico do centro de SP) . E é isso, mas eu ainda estou procurando um método mais prático de trabalhar os nossos super-heróis.


     

É fato conhecido que Marvel e Dc tem perdido fãs ao longo dos anos devido à queda de qualidade vertiginosa em seus roteiros, inclusive nem são mais a maior editora do gênero, tendo a indiana RAJ comics vendendo mais que as duas juntas com seus super heróis, qual sua visão desse processo?
Antonieto - Isso mostra que os super-heróis amerinanos não tem mais aquele poder , devemos ver que estamos em outra realidade, em outro século. quando o mundo passou a ser globalizado, compartilhando conhecimentos com a criação da internet, que certos comportamentos mudaram a lógica do planeta. A India está na nossa frente, enquanto a gente ainda esta criando o nosso espaço eles já desenvolveram há muito tempo. Sim, as vendas deram suas contribuições, mas acredito que eles introduziram as suas estórias dentro das suas próprias realidades, explorando assuntos que dizem respeito à sua cultura própria.
Os Indianos são o segundo país mais populoso do mundo, atrás apenas da China, eu sempre digo nas rodas de conversas de amigos que curtem "hqs", um dia quem sabe a gente não tenha nosso  próprio mercado como os indianos?

Fale sobre o seu processo de trabalho.
Antonieto- Bem, o meu processo de trabalho é o seguinte: Leio o roteiro três vezes, visualizando as cenas, depois esboço as páginas indicando a quantidade de quadros e as ações da estória e finalmente passo para o processo das ilustrações propriamente ditas. Eu não tenho horário certo de trabalhar, mas eu sempre uso mais a parte da manhã e da tarde pra ilustrar as páginas, até porque financeiramente falando não ganho nada, mas só o fato de poder contribuir com o quadrinho nacional já está de bom tamanho. Assim que termino de desenhar as páginas arte-finalizadas, digitalizo todas e coloco as letras. 

Quais os artistas que mais te influenciam?
Antonieto - Os artistas que eu admiro bastante são, os americanos (Jonh Byrne, Frank Miller, Sal Buscema), e os brasileiros (Watson Portela, que tive a honra de poder participar de uma oficina ministrada por ele em Natal 1997), e Mike Deodato, Ed Benes. 

E no momento em que esta trabalhando?
Antonieto - No momento estou terminando uma hq do Crânio de Francinildo Sena, para a edição #3 que irá ser lançada pela universo editora, do amigo gil mendes, além de paralelamente está trabalhando na segunda edição do vigia, e na edição #5 da série "tiras vs monstros" da editora júpiter2, eescrendo um livro sobre as histórias em quadrinhos em nosso município, e procurando patrocinador aqui local pra poder lançar uma hq que fiz sobre a padroeira da cidade que moro, "santa rita de cássia em quadrinhos". 
  
Fale sobre a publicação da revista do Vigia pela Universo Editora.
Antonieto - Bem, a Universo Editora apareceu na hora certa, dando a oportunidade de poder lançar esse projeto que eu venho desenvolvendo há um ano. Gostaria de dizer que a série o Vigia continua a ser produzida, como estou super atarefado com outros projetos, vou aos poucos desenvolvendo a trama. Só espero que não deixem de acompanhar as edições seguintes e vejam o resultado que venho trabalhando nos roteiros. 
    
Obrigado antonieto, é um prazer ter voce em nosso espaço, o espaço esta sempre aberto!
Antonieto - Obrigado a você Ed, por poder dar está oportunidade de poder contribuir com os quadrinhos brasileiros.

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